A temporada 2026 já começou para a tenista Ingrid Martins, e de um jeito simbólico. Na última quinta-feira, dia de Natal, a carioca número 78 do ranking mundial de duplas e terceira melhor brasileira da especialidade embarcou rumo à Oceania para dar início a mais um ano no circuito profissional, com estreia marcada para o WTA 250 de Auckland, na Nova Zelândia, a partir do dia 5 de janeiro.
A viagem marca o encerramento de um período intenso de preparação e o início de uma sequência importante de competições. Para o torneio em Auckland, Ingrid formará dupla com Laura Pigossi, parceria já conhecida do público brasileiro. Na semana seguinte, no WTA 250 de Hobart, na Austrália, ela atuará ao lado da russa Mariia Kozyreva. Já no primeiro Grand Slam da temporada, o Australian Open, a brasileira terá como parceira a jovem filipina Alexandra Eala, ampliando sua experiência ao lado de diferentes estilos de jogo.

Confiante após a pré-temporada, Ingrid destacou a evolução física e técnica conquistada nas últimas semanas, além do foco em uma adaptação rápida às condições do outro lado do mundo. “Foi uma ótima pré-temporada, treinei bem, me preparei bem fisicamente e evolui no decorrer dela. Agora é adaptar o fuso e focar em competir bem pra começar com o pé direito a nova temporada”, afirmou a tenista de 29 anos.
O início do calendário australiano surge como uma oportunidade estratégica para Ingrid Martins. Sem pontos a defender nos torneios de Auckland, Hobart e no Australian Open, a brasileira entra em quadra com a chance de somar resultados importantes logo nas primeiras semanas do ano, buscando consolidar sua posição entre as melhores duplistas do circuito e seguir avançando no ranking mundial.
Entre ajustes de fuso horário, novas parcerias e grandes desafios pela frente, Ingrid inicia a temporada com expectativas renovadas e a motivação de quem sabe que o trabalho bem feito nos bastidores pode se transformar em resultados dentro de quadra.
Foto: Caldas da Rainha Ladies Open

